| Janaina Massote |
As Santas Casas e entidades filantrópicas da Saúde no Brasil vão poder negociar suas dívidas com uma linha de crédito de juros menores e com um prazo maior para pagamento. O convênio foi assinado nessa quarta-feira (28/03), na Câmara dos Deputados, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A nova linha de financiamento traz uma redução da taxa anual de juros, que variava entre 16% e 13,5%, para 10%. Além disso, o prazo de pagamento aumentou de 6 para 10 anos. O presidente da Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas na área da Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Carlos Mosconi (PSDB), esteve presente à reunião.
Para Mosconi, o acordo beneficia mais de duas mil instituições filantrópicas da saúde existentes no país. “Com esse novo convênio, os hospitais filantrópicos terão condições de reduzir seus déficits. Isso é um alento para as instituições endividadas”, disse. Mas Mosconi alerta que o convênio não é investimento, portanto não resolve o grave problema da Saúde no Brasil.
De acordo com estudos realizados pela Frente, a cada R$100 gastos com os serviços prestados para o SUS, as entidades recebem apenas R$65. O endividamento do setor saltou de R$1,8 bilhão, em 2005, para R$6 bilhões em 2011. A principal causa desse endividamento é a baixa remuneração dos serviços prestados ao SUS e aos altos juros cobrados pelo mercado.
Minas Gerais. De acordo com a Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais (Federassantas), a dívida dessas entidades no Estado chega a R$ 500 milhões. Atualmente, são 350 instituições filantrópicas em Minas, sendo que 30% delas estão endividadas. Desse total, 50 hospitais filantrópicos mineiros possuem dívidas que variam entre R$500 mil e R$5 milhões.
Presenças. Também participaram do evento, o presidente Nacional da Frente, deputado federal Antônio Brito (PTB-BA); o presidente da Frente em São Paulo, dep. Itamar Borges (PMDB-SP); Dr. Júlio Ramundo, Superintendente da Área de Infraestrutura Social do BNDES; Ricardo Ramos, representante da CNBB; além de mais de 130 provedores de santas casas de todo Brasil.
A nova linha de financiamento traz uma redução da taxa anual de juros, que variava entre 16% e 13,5%, para 10%. Além disso, o prazo de pagamento aumentou de 6 para 10 anos. O presidente da Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas na área da Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Carlos Mosconi (PSDB), esteve presente à reunião.
Para Mosconi, o acordo beneficia mais de duas mil instituições filantrópicas da saúde existentes no país. “Com esse novo convênio, os hospitais filantrópicos terão condições de reduzir seus déficits. Isso é um alento para as instituições endividadas”, disse. Mas Mosconi alerta que o convênio não é investimento, portanto não resolve o grave problema da Saúde no Brasil.
De acordo com estudos realizados pela Frente, a cada R$100 gastos com os serviços prestados para o SUS, as entidades recebem apenas R$65. O endividamento do setor saltou de R$1,8 bilhão, em 2005, para R$6 bilhões em 2011. A principal causa desse endividamento é a baixa remuneração dos serviços prestados ao SUS e aos altos juros cobrados pelo mercado.
Minas Gerais. De acordo com a Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais (Federassantas), a dívida dessas entidades no Estado chega a R$ 500 milhões. Atualmente, são 350 instituições filantrópicas em Minas, sendo que 30% delas estão endividadas. Desse total, 50 hospitais filantrópicos mineiros possuem dívidas que variam entre R$500 mil e R$5 milhões.
Presenças. Também participaram do evento, o presidente Nacional da Frente, deputado federal Antônio Brito (PTB-BA); o presidente da Frente em São Paulo, dep. Itamar Borges (PMDB-SP); Dr. Júlio Ramundo, Superintendente da Área de Infraestrutura Social do BNDES; Ricardo Ramos, representante da CNBB; além de mais de 130 provedores de santas casas de todo Brasil.
Nenhum comentário:
Postar um comentário